segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Canon lança câmera projetada para gravar vídeos de YouTube

A Canon anunciou hoje a Vixia Mini, uma filmadora pensada para quem grava a si mesmo. Essencialmente, ela é uma webcam avançada com uma série de recursos úteis para a produção de vídeo online, como Wi-Fi embutido e um LCD que rotaciona em dois eixos.
Quem grava vídeos caseiros para publicar na internet não tem muitas opções de câmera atualmente. A solução mais simples costuma ser uma webcam comum, mas estas raramente produzem uma imagem de alta qualidade e não são muito versáteis. Por outro lado, uma DSLR pode resolver o problema da qualidade de imagem, mas o preço dessas máquinas é bem elevado e a lente que vem com o kit quase nunca é grande angular o suficiente para quem produz vídeos em quartos pequenos.
A Vixia Mini é a resposta da Canon para essas necessidades específicas. Essa filmadora utiliza um sensor de 12,8 MP para gravar vídeos em 1080p a 30 FPS com um processo de codificação eficiente (bitrate de 24 Mbps). Tudo é captado através de uma lente olho-de-peixe  com distância focal de 15 mm e abertura f2.8. Além de garantir um ângulo de visão muito amplo, essa objetiva distorce e magnifica a periferia da imagem, o que pode criar um efeito bem impressionante dependendo de como o fotógrafo a utiliza. Como a abertura é grande e a Canon não exagerou na quantidade de pixels do sensor, é de se esperar que a Vixia também se saia relativamente bem em ambientes pouco iluminados, como é o caso do quarto da maioria dos Youtubers.


sábado, 17 de agosto de 2013

JVC vai apresentar nova câmerca de ombro na IBC

A JVC vai apresentar em Amsterdam, na IBC, novos equipamentos de produção, com ênfase em ferramentas de produção móvel com transmissão online, na produção 4K e, também, na apresentação ao mercado europeu da nova camcorder de ombro para reportagem, a GY- HM70.
O novo modelo oferece look profissional, inclusive, em situações de pouca luz, pois é ideal para produção de reportagem e eventos especiais. Como elemento diferencial, a GY-HM70 tem sido equipada com âncora dupla de bateria, com funcionalidade que permite mudar as baterias hot-swappable. Essa possibilidade é um marco no mercado de tecnologia, pois permite ao operador filmar sem interrupções.
O rendimento profissional está assegurado graças a potência óptica do zoom 16x F1.2, que proporciona sensibilidade para gravar eventos sociais onde não se tem iluminação adicional à disposição. A incorporação da tecnologia Super LoLux da JVC melhora ainda mais a qualidade da imagem e contribui para capturar uma cor precisa em interiores ou em condições de escuridão.
O cilindro da objetiva tem um conjunto de lentes GT de 29,5mm, que foi desenvolvido para garantir resultados ópticos em combinação com o sensor CMOS retroiluminado de ½.3” de 12 megapixels, que proporciona alta resolução, alta sensibilidade e reprodução excelente de cores. E conta, ainda, com controles manuais para foco, diafragma, velocidade de obturação e balanço de branco. A nova GY-HM70 grava imagens Full HD 1920×1080/50p (GY-HM70E) utilizando o eficiente codec AVCHD Progressive e conta, também, com a capacidade de gravar com definição standar SD.
Procesador Falconbrid
A câmera, também, captura imagem fixa de até 12 megapixel e permite ainda a gravação de vídeo e imagem fixa simultaneamente com resolução de 2 megapixel. Essa máquina utiliza o dispositivo de processo de imagem Falconbrid, de alta velocidade para aplicações de vídeo avançadas.
A câmera GY-HM70 utiliza como suporte de gravação os cartões universais SDHC / SDXC. Para manter a tranquilidade do operador, a câmera conta com uma fenda dupla que permite utilizar dois cartões e garantir que não se perca nenhum momento da ação. Quando o cartão na fenda A está cheio, a câmera muda de maneira automática para o cartão localizado na fenda B. Além disso, se acontecer um erro com o cartão na fenda A durante uma filmagem, a gravação mudará automaticamente para a fenda B.
Outras características da câmera incluem um estabilizador óptico de imagem que assegura o look profissional de imagens HD sem perda de qualidade; tela tátil LCD de 3,0” com 230 mil píxeles e visor de 0,24” com 260 mil píxels; microfone estéreo interno, botão para funcionamento manual e ampla variedade de terminais de entrada e saída, incluindo saídas HDMI, AV, pra fone de ouvido, porta USB e entrada de microfone; além de conexão para controle remoto da câmera. Entre as funcionalidades práticas, a câmera conta com reconhecimento de rosto, gravação de intervalos, gravação de alta velocidade (para reprodução slow motion), entre outras.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Novas Tecnologias em Gravação de Vídeo

Novas Tecnologias em gravação de vídeo

Na NAB 2013 a Sony lançou uma nova tecnologia e formato de vídeo que pretende revolucionar o workflow das produções.

Com intuito de acelerar o desenvolvimento da resolução 4k e facilitar a utilização desses conteúdos em workflows de mercados de consumo e profissional, a Sony anunciou a chegada do novo formato de gravação XAVC.

Juntamente com a recente vaga de anúncios feitos por parte da Sony e que vieram expandir a família de soluções de captação e gravação CineAlta 4K, criando um patamar intermediário com as novas câmeras PMW-F5 e PMW-F55 -– imediatamente abaixo daquilo que a marca classifica de linha CineAlta Premium 4K, com a F65 -– tornou-se claro que esta estratégia coincidia com o aparecimento de um novo codec, denominado XAVC.

Tal como a Sony explica em comunicado separado, o novo formato de gravação XAVC estará agora no centro da estratégia para todos os produtos 4K da marca. O novo codec XAVC da Sony irá sobretudo permitir tornar mais acessível a adoção de um formato dedicado a 4K, encorajando a sua utilização seja em filmes de longa-metragem como em produção de ficção para televisão, todo o tipo de entretenimento, documentários e publicidade.

Segundo afirmação de Takao Yoshikawa, Corporate vice-presidente da Sony, "o novo formato XAVC assume o compromisso de trazer conteúdos de alta qualidade para o grande mercado de consumo. A qualidade dos programas HDTV registrados em 4K é simplesmente deslumbrante e permitirá às emissoras de televisão e às comunidades de produção, construir um catálogo de conteúdos de alta qualidade à prova de futuro, já a partir de hoje".

Além de tornar mais acessíveis as aplicações para o atual mercado de alta definição, a Sony desenvolveu o formato XAVC de forma que abrisse caminho à expansão dos conteúdos em resolução 4K já também para o mercado de consumo -– tendo em conta que, já em 2013, tanto a Sony como todos os seus principais concorrentes iniciarão a comercialização de televisores 4K no mercado internacional. O novo codec XAVC foi precisamente desenhado para ser a resposta às necessidades atuais de produção, respondendo igualmente às necessidades de um mundo agora em evolução acelerada para 4K e registro em HD até 120P (120 imagens por segundo em registro progressivo).

O formato XAVC da Sony emprega uma compressão MPEG-4 AVC/H.264 em nível 5.2, a mais elevada resolução de imagem e cadência de frames por segundo disponível até agora num sistema de compressão baseado em padrões da indústria. O XAVC permite uma vasta gama de opções operacionais para produção, desde um formato Proxy até resoluções de 4000 pixels, usando simultaneamente esquemas de compressão intra frame e long GOP e com suporte de infraestruturas 1080/50P/60P

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Audiovisual

Audiovisual é um termo genérico que pode se referir a formas de comunicação que combinam som e imagem, bem como a cada produto gerado por estas formas do comunicação, ou à tecnologia empregada para o registro, tratamento e exibição de som e imagem sincronizados, ou ainda à linguagem utilizada para gerar significados combinando imagens e sons.

Origens do termo[editar]

Segundo o Dicionário Houaiss, audiovisual é "qualquer comunicação, mensagem, recurso, material etc. que se destina a ou visa estimular os sentidos da audição e da visão simultaneamente".
No Brasil, até os anos 1980, a palavra audiovisual designava um tipo específico de apresentação pública, hoje mais conhecida como diaporama, e que combinava a projeção de uma sequência de diapositivos (slides) com o som (constituído de narração, música, ruídos, etc.) gravado em fita magnética e exibido em sincronia.
A partir dos anos 1970, o mercado publicitário passou a chamar de audiovisual um subgênero de vídeos de propaganda que não se destinavam à exibição em televisão nem tinham como objetivo vender um determinado produto, mas sim estabelecer uma imagem favorável para uma marca, empresa ou instituição — o que mais tarde veio a se chamar de vídeo institucional

Uso contemporâneo do termo[editar]

Mais recentemente, por influência da língua francesa, audiovisual passou a caracterizar o conjunto de todas as tecnologias, formas de comunicação e produtos constituídos de sons e imagens com impressão de movimento — abrangendo, portanto, o cinema ficcional ou documental, a televisão aberta ou fechada e todos os seus gêneros, o vídeo analógico ou digital, de alta ou baixa definição, a videoarte e o cinema experimental, a animação tradicional ou computadorizada e também formatos mais ou menos autônomos como o comercial de publicidade, o videoclipe, os programas de propaganda política, o videogame, o making of, as transmissões ao vivo em circuito fechado, os vídeos feitos para exibição na internet ou em telefones móveis, etc.
Desde o final do século XX, à medida que a convergência tecnológica veio progressivamente aproximando campos distintos da produção e realização de imagens em movimento (especialmente o cinema e a televisão, mas também as chamadas "novas mídias"), o termo audiovisual vem sendo cada vez mais utilizado como um conceito que busca abranger todos estes campos. Este movimento pode ser mais claramente notado nas áreas acadêmica, de festivais e de gestão cultural.
Na academia
Nas universidades, boa parte dos cursos de formação em cinema transformaram-se, nos últimos anos, em cursos de audiovisual, como é o caso do Curso Superior do Audiovisual da USP em São Paulo (que era "de cinema e televisão" até 2000), do Curso de Realização Audiovisual da Unisinos no Rio Grande do Sul (criado em 2003) e do Curso de Comunicação Social Audiovisual da UFES em Vitória (2010). No Rio de Janeiro, o tradicional Curso de Cinema da UFF optou pela denominação híbrida de Curso de Cinema e Audiovisual.
Nos festivais
A maioria dos festivais consagrados à exibição de obras audioviduais continua adotando as denominações "de cinema" ou "de vídeo", eventualmente combinando as duas possibilidades. Mas são cada vez mais comuns eventos como o Cine PE - Festival do Audiovisual de Recife (criado em 1997) ou o Festival Audiovisual Black & White no Porto (2004), inclusive para sinalizar a aceitação de obras realizadas em qualquer tecnologia. Eventos com a denominação "festival do audiovisual" já ocorrem periodicamente em Florianópolis(desde 1997), Atibaia (desde 2006), Patos (Paraíba) (desde 2007), etc.
Na gestão cultural
Em Portugal, o antigo Instituto Português do Cinema, criado em 1971, passou por várias denominações intermediárias até vir a chamar-se Instituto do Cinema e Audiovisual em 2007. No Brasil, o recente (2004) projeto de transformação da Agência Nacional de Cinema em Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual 4 esbarrou em uma série de oposições, especialmente das emissoras de televisão,5 e acabou não sendo apresentado ao Congresso.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Dicas de Fotografia-Baterias

A fotografia digital depende totalmente de energia. Nossas câmeras enormes e complexas são completamente inúteis sem uma bateria carregada para fazê-las funcionar! Por isso, é bom cuidar e gerenciar bem das danadinhas:
1. Tenha mais de uma bateria. Além da bateria que veio com a câmera, compre pelo menos uma extra. Dependendo do tipo de trabalho que você faz é bom ter várias!
2. Compre as originais. Pague cento e poucos reais nas baterias originais. As xinglings não valem o desconto. Lembre-se que você depende totalmente da bateria. Se ela te deixar na mão, não há o que fazer.
3. Não abuse do LCD. Ele gasta bastante bateria e se você quer economizar é uma boa ideia diminuir o brilho da tela (use o histograma para checar a exposição) e desativar as visualizações automáticas de cada clique.
4. Carregue a bateria somente quando for usá-la. Mesmo guardada a bateria descarrega, por isso o ideal é carregá-la somente no dia do uso para aproveitar o máximo de sua capacidade.
5. Guarde-a fora da câmera. Mesmo com a câmera desligada a bateria solta energia. Só coloque a bateria na hora de usar.
6. Prefira guardá-la descarregada. Para aumentar o tempo de vida da bateria, guarde-a descarregada.
7. Use a capinha para saber se a bateria está carregada ou descarregada. Na hora de guardar a bateria que acabou de ser usada, use a capinha com o buraquinho na área cinza. Na hora de guardar na mochila a bateria que está carregada, coloque o buraquinho na área azul. Até onde sei somente as baterias da Canon possuem esse truque, mas já li alguns usuários de Nikon dizerem que suas capinhas também têm, cheque seu equipamento.
capinha-bateria
8. Veja o que realmente precisa usar na hora de focar. Sua lente também gasta bateria. Se não é necessário, você pode desligar o estabilizador de imagens. Você também pode desligar o AI servo (que faz foco automático o tempo inteiro). Se puder, desligue o bip que indica que o foco foi feito (ok, isso não ajuda a economizar muito a bateria, mas é irritante.)
9. Desligue a limpeza automática do sensor. Algumas câmeras fazem a limpeza automática do sensor toda vez que você a liga. Segundo os fabricantes o sensor é ligeiramente sacudido, removendo a poeira que grudou nele. Embora existam dúvidas da eficácia deste sistema, mesmo gostando dele não é preciso usá-lo o tempo todo. Se você não trocou de lentes durante o último uso, dificilmente vai precisar limpar o sensor novamente. Faça isso manualmente, usando o menu da câmera.
10. Use um leitor de cartão de memória para baixar as fotos. Ligar a câmera direto no seu computador usando o cabo USB para baixar as fotos é um péssimo método: enquanto você está baixando suas fotos a bateria está sendo usada, e se ela acabar no meio do processo os arquivos podem ser corrompidos. Se você se preocupa com as suas fotos, invista em um leitor de cartão de memória e evite o perigo.

domingo, 14 de julho de 2013

Canon diz que vai fabricar DSLRs no Brasil

A Canon vai começar a produzir na sua fábrica em Manaus câmeras do tipo reflex (com lentes intercambiáveis e usada por profissionais), no começo do ano que vem, anunciou a empresa na terça-feira (4).
A informação foi liberada durante um evento para jornalistas realizado nesta semana na sede da companhia, em Tóquio. 
Até então, a empresa somente havia tornado público que máquinas compactas seriam fabricadas no país --processo que terá início no dia 1º de julho deste ano, outra novidade liberada pela Canon na terça. 
A produção local (única que acontecerá fora de um país asiático, ao menos por enquanto) pode fazer baixar o preço das máquinas, mas esse não é o principal intuito, segundo a empresa. 
"Diminuiremos nosso gasto com impostos, que atualmente pagamos para importar, e, assim, competiremos de igual para igual com as concorrentes. A redução do preço depende da situação do mercado", disse Jun Otsuka, presidente da Canon no Brasil, em entrevista à Folha. 
Concorrentes da Canon, as também japonesas Nikon, Panasonic e Sony e a coreana Samsung fabricam câmeras compactas no Brasil. A Nikon faz também máquinas reflex (conhecidas pela sigla DSLR) no país. 
A ideia é que sejam produzidos localmente os modelos mais baratos entre as câmeras consideradas profissionais, como a EOS Rebel T5i. 
Para Otsuka, a demanda por câmeras do tipo no Brasil deve aumentar, já que, segundo ele, um maior número de pessoas vem se interessando pela categoria e vem crescendo em poder aquisitivo. 
"A proporção de casas com DSLRs ainda é muito pequena se comparada a países como EUA, Japão e Coreia do Sul", diz Otsuka. "Mas ainda precisamos trabalhar para mostrar para o brasileiro que fotografar com uma câmera dessas pode não somente gerar fotos melhores, mas também ser muito divertido." 
A fábrica no Amazonas tem cerca de 60 funcionários, número que aumentará para 100 até meados do ano que vem, diz a companhia. A produção local de máquinas fotográficas foi anunciada no meio do ano passado.